A formação cultural de Itaóca tem influencia de três raças: Índios, Negros e Brancos. Este portal reúne elementos que ressaltam os pontos fortes de cada raça, simbolizando a importância de cada uma.
As pontas de flecha foram encontradas nos sambaquis, existentes em vários pontos do município.
O artesanato primitivo feito em cerâmica e as madeiras em em pé representando as casa de pau a pique é uma homenagem à comunidade Quilombola.
A pedra, material abundante na região que deu origem ao nome do município que no Tupi-Guarani significa Casa de Pedra.
O trabalho em madeira na área superior do telhado uma alusão às portas e mangueiras das fazendas, uma vez que a agropecuária faz parte da economia do município e, a roda uma alusão de veículos de tração animal.
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Créditos Foto: Pedro H. Slompo Verneque |
Não existe registros das primeiras pessoas que tenham se fixado em Itaóca. Sabe-se, com certeza que o nome original era Tocas, e que pertenceu a Antônio Xavier Macedo, como consta no livro próprio da paróquia de Apiaí, com data de 12 de Maio de 1836. Depois a propriedade de nome Tocas passou a pertencer a Justino Rodrigues Dias Martins, que doou a Nossa Senhora da Conceição de São Sebastião, em 21 de Julho de 1888, conforme registro de 1902 do Cartório Imobiliário também de Apiaí, construindo-se no patrimônio "Capela das Tocas".
O nome que vem do Tupi-guarani e significa Casa de Pedra, surgiu e foi oficializado pela Lei N° 1.151 de 18 de Dezembro de 1908, com o seguinte teor: Fica criado sob a denominação de Itaóca o Distrito de Paz de Capela das Tocas, e, depois, passou a categoria de município em 30/12/1991.
Há o quilombo "Cangume" demostrando colonização por uma belíssima diversidade cultural.
Créditos Foto: Pedro H. Slompo Verneque
Créditos Foto: Pedro H. Slompo Verneque
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