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A RICA INCIDÊNCIA DO LITORAL DE SÃO PAULO - VALE DO RIBEIRA E BAIXADA SANTISTA

De observações de sondas ufológicas noturnas até contatos diretos com tripulantes de discos voadores, há de tudo na casuística da região.

O litoral paulista é amplamente reconhecido por sua intensa casuística ufológica. Mas é em sua porção sul que fatos que confirmam a presença alienígena na Terra chamam mais atenção, caracterizando aquela vasta área como um dos pontos de maior manifestação de discos voadores e seus tripulantes no país — ainda mais se somarmos a casuística do vizinho Vale do Ribeira. Os moradores de cidades como Mongaguá, Itanhaém, Itariri, Pedro de Toledo, Iguape, Ilha Comprida, Registro, Sete Barras, Jacupiranga, Eldorado, Iporanga, Apiaí e evidentemente Peruíbe parecem conviver de maneira constante com essas observações.

Um dos primeiros casos na região faz parte do arquivo de relatos do Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista (GEUBS). Um UFO teria caído em um rio na cidade de Iguape, em 31 de outubro 1963. O objeto emitindo ruído ensurdecedor veio do céu, bateu no topo de uma palmeira e mergulhou no Rio Peropava, fazendo a água borbulhar por algum tempo como se estivesse fervendo. Em seguida, emergiu uma erupção de lama proveniente de seu fundo. Segundo testemunhos, o objeto tinha o formato de uma bacia de lavar roupa, com aproximadamente 7,5 m de diâmetro. A palmeira atingida pelo UFO tinha apenas 6 m de altura. O rio, de baixa profundidade, foi vasculhado por mergulhadores, mas nada foi encontrado, descartando-se a hipótese de ter se tratado de restos de um satélite que teriam caído no local.

O ufólogo e integrante do GEUBS Cláudio Beltrame Monteiro também investigou um caso interessante, desta vez na localidade de Itariri e envolvendo o avistamento de estranhos seres. Em uma noite chuvosa no final de dezembro de 1989, quando o jovem Sérgio Nunes [Nome fictício] voltava da casa de sua namorada e ouviu um barulho incomum. Olhou para trás para ver de onde provinha o som e viu uma criatura brilhante como se fosse feita de energia. Paralisado, Nunes apenas teve a reação de proteger seus olhos com as mãos, pois a luz emanada pela entidade era muito forte e ofuscava a visão. A testemunha relatou que enquanto tentava observá-la melhor, começou a receber dela mensagens telepáticas — entre as quais uma que dava conta de que existiria uma base extraterrena na Serra da Juréia, além de outras mensagens de cunho filosófico que não conseguiu compreender.

- IMPRESSIONADO E ABALADO

Momentos depois, segundo Nunes, o ser se transformou em uma bola de luz e desapareceu rumo ao céu. Em seguida a testemunha recuperou seus movimentos e foi para casa, muito impressionado e bastante abalado. Naquela noite ele não conseguiu dormir, e na manhã seguinte percebeu que seu rosto estava queimado como se tivesse sido exposto durante muito tempo aos raios solares. O ufólogo do GEUBS foi ao local do avistamento alguns anos depois acompanhado da testemunha e percebeu que ela ainda se encontrava bastante comovida com a lembrança da estranha experiência que viveu.

Já em 1999, Cássio Albuquerque, com 21 anos e morador de Itanhaém, ficou impressionado após observar um objeto voador não identificado a curta distância. Albuquerque desceu de um ônibus e caminhava em direção à sua casa, mas quando olhou para o céu viu uma estrela que parecia acompanhá-lo. Ao chegar ao portão da residência percebeu que aquela luz estava bem mais próxima e brilhava intensamente. O jovem chamou sua mãe, mas quando esta chegou ao portão só pôde testemunhar o brilho se distanciando, até sumir no horizonte. Fatos como este são incrivelmente comuns em todas as cidades citadas e suas respectivas zonas rurais.

No ano de 2001, Rodrigo Diogo Mendonça, então morador do bairro do Guaraú, em Peruíbe, estava na praia e observou um UFO por volta das 19h00, um pouco acima da linha do horizonte. A testemunha contou que o objeto se deslocava por baixo das nuvens, uma vez que o céu estava nublado. Com o auxílio de um binóculo, Mendonça pôde ver a nave melhor. Tratava-se de um objeto arredondado que “parecia uma ‘cuca’ deitada ou com uma noz”, relatou, referindo-se a uma fruta comum de Peruíbe, proveniente da árvore conhecida como Chapéu de Sol. O UFO ficou estático no céu por 30 minutos, era brilhante, não piscava e nem emitia som. Passado esse tempo, o artefato começou a se locomover lentamente na faixa do horizonte. Dez minutos depois, várias luzes pequenas surgiram no mesmo ponto onde a outra estava. Elas se deslocavam rapidamente de um lado para outro por cerca de 20 minutos, como se estivessem brincando, e então sumiram uma a uma.

- MÃE DO OURO E LENDAS LOCAIS

Outro caso interessante do litoral sul de São Paulo ocorreu a Hebe Ribeiro e seu irmão Milton Pinto Ribeiro Filho, em 21 de setembro de 2005. Eles revelaram algumas fotografias tiradas em Peruíbe naquele mesmo dia e observaram um estranho objeto no céu, que não havia sido visto no momento em que faziam as fotos. Este é mais um dos inúmeros registros ufológicos ocorridos na cidade, como também são numerosos os relatos de moradores e turistas que afirmam ter testemunhado UFOs lá, assim como pescadores da praia do Guaraú, que observam constantemente misteriosas luzes entrando e saindo do mar durante a noite — que entre os ribeirinhos são conhecidos como Mãe do Ouro.

Conta a lenda que seria um espírito guardando local onde existe o minério. Já os ufólogos atribuem essas luzes a sondas ufológicas. Um dos muitos turistas a ter experiências em Peruíbe é Paulo Barros, que enviou seu relato ao GEUBS. “Avistei no céu, a olho nu, alguns objetos estranhos durante a noite. Digo estranhos porque, com certeza, não se tratavam de aviões, balões e nada conhecido. Mas o que mais me impressionou foi ter visto algo incomum também durante o dia, em plena praia. Era uma nuvem que se parecia com um UFO, desses que a gente vê em fotos. Observei aquilo por alguns minutos. Seu formato era discóide e com um brilho que o diferenciava das nuvens”. Barros disse não saber explicar aquilo, mas no dia seguinte, ainda com o fato na cabeça, voltou ao mesmo local, mas já não viu mais nada.

Os integrantes do GEUBS também testemunharam estranhos fenômenos durante uma vigília realizada em 20 de maio de 2000, no distrito de Ana Dias, pertencente ao município de Itariri, já nos limites da Reserva Ecológica da Juréia. Apesar das condições atmosféricas não serem ideais, os ufólogos puderam observar um fato inexplicável que se tornou objeto de estudo e análise. Os pesquisadores chegaram ao local por volta das 18h00, quando já havia escurecido e o tempo estava um pouco fechado. O ponto escolhido foi indicado por Homero Juliano Filho, dono da propriedade. Tratava-se de um pequeno planalto que se destacava na paisagem, localizado há 10 km de Peruíbe.

Ao chegarem ao topo do elevado, os estudiosos prontamente observaram uma luz pairando a pequena distância da encosta da serra. Apresentava intensidade fraca com tonalidade amarelada, mas depois de alguns segundos se intensificou e assumiu cor azulada. O objeto se movimentou lentamente em sentido ascendente e descendente, e da direita para a esquerda, sem percorrer grandes distâncias. Tudo durou cerca de uma hora. A principal característica daquele artefato foi a mudança de tonalidade e de intensidade, variando entre o azul e o amarelo com lampejos para o vermelho. Em determinado momento a luz desapareceu, voltando a se manifestar intensamente uma hora depois. Neste intervalo o objeto piscou três vezes.

As peculiaridades daquela luz fizeram com que os ufólogos descartassem a possibilidade de o fenômeno ter origem conhecida. Do local era possível observar, à esquerda e a cerca de 800 m, um poste de iluminação, bem na metade da distância da referida luz — que mesmo de tão longe emitia brilho intenso. Fenômenos idênticos a este são muito comuns na área. Homero Juliano Filho e seu pai observaram, em janeiro de 2000, duas esferas luminosas semelhantes, uma maior que a outra, ambas pairando e fazendo evoluções no céu até desaparecerem misteriosamente. Fatos assim são incontáveis, atestando que há intensa casuística ufológica na área.

As pesquisas nunca cessaram. Em julho de 2008 o GEUBS recebeu novamente relatos de avistamentos de UFOs na região, algo que a princípio parecia ser passageiro, mas que depois se mostrou como o início de uma onda de importantes manifestações ufológicas. O primeiro caso a chamar atenção do grupo foi o suposto pouso de uma nave na madrugada de 18 de agosto, no Bairro São José, zona rural de Peruíbe [Veja edição UFO 147]. O “ninho”, como é conhecido pelos ufólogos o local de aterragem de um disco voador, foi encontrado a menos de 300 m da movimentada Rodovia Padre Manuel da Nóbrega. A vegetação no local estava amassada e a marca media exatos 14,2 m de comprimento por 8,8 m de largura.

- LUZ AVERMELHADA COMO A LUA CHEIA

Moradores tiveram sua atenção despertada naquela madrugada por causa da agitação fora do normal dos cachorros, que latiam insistentemente. Outro fato estranho, provavelmente ligado ao caso, foi um inexplicado blecaute que deixou todo o bairro às escuras por duas horas, de 01h30 até 03h30. Um comerciante que mora em frente ao terreno onde surgiu o ninho contou que no momento do apagão se dirigiu à rua e, ao abrir a porta, escutou um barulho parecido com o de uma furadeira elétrica. Em seguida, observou uma luz avermelhada subindo ao céu em alta velocidade. Várias testemunhas também viram uma estranha luz do tamanho de uma Lua cheia. Davi de Andrade, 29 anos, passeava com seu cão quando teve sua atenção despertada para o firmamento e viu um objeto luminoso com o formato de uma lâmpada, que se movimentava na horizontal e seguia na direção das montanhas.

Pouco depois, no começo do mês de setembro de 2008, o GEUBS teve conhecimento de fatos insólitos ocorrendo nas cidades de Peruíbe e Ana Dias, onde animais apareceram mortos de maneira completamente inexplicada. Até mesmo a Defesa Civil, a Polícia Florestal e veterinários não conseguiram identificar o que causou as mortes. Chalana Machado, proprietária do sítio Nossa Senhora Aparecida, na zona rural de Peruíbe, entrou em contato com os ufólogos bastante assustada. Quatro cachorros de sua criação foram encontrados mortos no dia 02 daquele mês. Um novo ataque a outro animal ocorreu seis dias depois. Todos tinham o mesmo tipo de ferimento: dois orifícios profundos na região do pescoço, um de cada lado e medindo 2,5 cm, e dois ferimentos precisos de forma oval na região da virilha, por onde foram retirados os testículos.

Visualmente, a área cortada era muito precisa, dando a impressão de que fora feito de forma artificial por intermédio de instrumento cortante, e não por mordida ou ataques de garras — o corte tinha forma suave e sem destruição do tecido. Na parte interna os músculos estavam intactos, sem mordidas, arrebentados ou arranhados. Chalana contou que no primeiro ataque três cães foram encontrados mortos logo ao amanhecer pelos empregados. Por volta das 07h00, um quarto cachorro entrou em disparada para dentro da mata fechada que cerca o sítio. Vinte minutos depois, sem que ninguém tivesse escutado qualquer barulho ou latido, o cão saiu da mata já agonizando e com o mesmo tipo de ferimento, vindo a óbito em seguida.

- MUTILAÇÕES DE ANIMAIS INEXPLICADAS

Duas veterinárias que analisaram os cães mortos, Bárbara Cristina Marques Stephano e Ilza Xavier de Camargo, excluíram a possibilidade de terem sido atacados por algum predador em busca de alimento. O caso foi reportado ao Centro Nacional de Predadores (CENAP). A proprietária do sítio espalhou sangue e carne com tranqüilizante no meio da mata, mas nenhum animal apareceu para comer. A Polícia Florestal vasculhou toda a área, mas não encontrou absolutamente nada. No dia 08 de setembro mais um cão foi atacado da mesma maneira. Os empregados da propriedade resolveram então passar a noite fazendo vigília no local. Por volta das 05h00, perceberam uma inquietação e viram um suposto animal de pêlo ralo e escuro andando sobre duas pernas no começo da mata — que teria dado um salto de cerca 5 m de distância, sumindo.

Casos como estes abundam e nem sempre têm explicação. Na cidade de Ana Dias, ao lado de Peruíbe, no sítio Primavera, ocorreu algo inusitado naquela mesma semana de setembro. Várias bananeiras apareceram derrubadas, algumas com marcas de garras e dentadas. O proprietário do local, Pedro Mariano dos Reis, e sua esposa não sabem explicar que tipo de animal teria feito aquilo. Ao lado do sítio passa um pequeno rio em cujas margens foram encontradas estranhas pegadas com três dedos e o calcanhar afinado em formato de um cone. A conclusão do GEUBS é que algo inusitado ocorreu naquela área. O que atacou os animais parece tê-lo feito de forma inteligente, agredindo as presas sempre na mesma região e extraindo seus testículos, demonstrando também possuir força descomunal. A conclusão da Polícia Florestal e dos médicos veterinários é que não existe uma explicação racional para o que aconteceu naquelas propriedades.

Desde a onda de 2008, muitos novos casos ufológicos se acumularam no litoral sul paulista, entre eles o ocorrido com Raísa Garcia e Fernando Ramalho, em 06 de maio de 2009, na cidade de Santos. Era por volta das 17h00 quando a técnica em radiologia observou pela janela do seu apartamento, no bairro do Embaré, uma bola incandescente indo em direção à praia. Em seguida notou outro objeto luminoso vindo do mar e indo na mesma direção do primeiro. Em instantes, uma terceira bola de luz aproximou-se de onde estava Raísa, mas em sentido oposto e em segundos desapareceu. “Fiz fotos e cheguei a pensar que fosse uma estrela cadente. Até fiz um pedido! Não sei o que era, mas desde que aconteceu isso tenho tido muita sorte”, afirmou Raísa.

No momento em que observava o fenômeno, a testemunha recebeu a ligação de um amigo, o médico Fernando Ramalho, que se encontrava em uma balsa fazendo o percurso de Guarujá a Santos. Ao ouvir de Raísa o que ela estava vendo, Ramalho olhou para o céu e se surpreendeu com a mesma bola de luz vindo em sua direção. Depois que viu as outras duas esferas no céu, chegou a pensar que Santos estivesse sendo atacada por mísseis. “Os objetos tinham uma espécie de cauda incandescente. Nunca vi nada igual em toda minha vida”, relatou o médico. O GEUBS apurou o caso e descobriu que estes mesmos artefatos foram observados na cidade de Praia Grande, e no mesmo dia.

- AVISTAMENTO POR POLICIAIS RODOVIÁRIOS

Outro caso que também chama a atenção ocorreu às 03h00 de 20 de maio de 2009, em Peruíbe, e teve como testemunha Cleide Rodrigues de Sales. A dona de casa viu um UFO em forma de lâmpada e se espantou com o fenômeno. Cleide fora até a cozinha de sua casa beber um copo d’água e observou pela janela aquela luz estranha no céu. O objeto emitia raios que saíam de suas partes laterais. Curiosamente, a descrição do UFO em formato de lâmpada também foi relatada ao GEUBS por outra testemunha, que teria visto o objeto na região em 2008. Digno de nota, também, é o avistamento coletivo que tiveram na região Alexsandra Lopes da Silva, Gabriel Lopes da Silva, vários policiais rodoviários, um frentista de posto de combustível e um vigia.

O fato ocorreu em 26 de maio de 2009, novamente em Peruíbe, por volta das 04h00. A comerciante Alexsandra primeiro observou uma luz muito forte no céu, seguindo na direção da praia quando dirigia seu carro pela Avenida Luciano de Bona. “Parei o automóvel e fiquei observando aquele objeto iluminado que se movimentava para o lado”. Ela voltou a seguir viajem até parar em um posto de combustível na saída da cidade, quando então mostrou o artefato para o frentista. Continuando por mais alguns quilômetros, a testemunha parou em uma estação da Polícia Rodoviária, já na Rodovia Padre Manuel da Nóbrega, em Itanhaém, e avisou os dois policias que estavam de plantão a respeito daquela luz misteriosa no céu. Eles se espantaram e chamaram mais dois colegas que estavam dentro da cabine para que testemunhassem o fato. Procurados pelo GEUBS, no entanto, preferiram não se manifestar sobre o caso — mas não negaram o avistamento.

- NAVIO TENTA COMUNICAÇÃO COM UFO

Em 26 de maio de 2009, novamente na cidade portuária de Santos, o fotógrafo profissional Luiz Fernando Menezes conseguiu fazer, pela janela de seu apartamento, três fotos de um objeto que emitia uma luz prateada muito forte, que estava parado no céu e passou a se locomover logo em seguida. Eram 19h00 e após a captura das primeiras imagens o cartão de memória da máquina apresentou problemas, fazendo com que Menezes não conseguisse obter mais nenhuma foto. Curiosamente, ele observou também que, enquanto o artefato esteve visível no céu, havia um navio no cais que não parava de apitar, silenciando apenas depois que o UFO sumiu. Estaria tentando alertar quanto à presença do objeto voador não identificado?

Interessante também foi a experiência de Fabiana Peres Leal e Eduardo Delgado dos Santos, às 03h00 de 01 de junho de 2009, no Guarujá, cidade conhecida como palco de estranhos avistamentos. Naquela madrugada, a dona de casa Fabiana e seu marido viram um objeto voador com luminosidade muito forte. O UFO estava indo na direção da orla do cais, tinha formato triangular e era parecido com um funil, tendo ainda quatro círculos de luz em seu interior. Na parte de baixo havia uma espécie de trem de pouso. Fabiana saiu no quintal de sua casa e ficou impressionada com a intensa luz emanada pelo artefato, que chegava a ofuscar sua vista. Ela então acordou o marido. “A luz era semelhante a uma estrela, só que bem maior e mais forte. Se locomovia na horizontal e depois subiu verticalmente”, disse Santos. O UFO mudou de direção duas vezes, até atingir a Rodovia Cônego Domenico Rangoni, que liga a ilha de Guarujá ao continente. “Na hora pensei que estava ficando louca, mas chamei meu marido e ele viu também”, disse Fabiana.

Também em 01 de junho de 2009, porém pouco antes, cerca de 20h00, os amigos Cristiane Aparecida da Silva, Sílvia Nogueira Ramazini e Sonete do Nascimento Santos também viram no Guarujá um estranho artefato voador. Elas estavam no portão de casa, no bairro Jardim Boa Esperança, quando flagraram no céu um objeto em forma de losango. “Tinha uma luz forte e incandescente, realizava pequenos movimentos na horizontal e não emitia nenhum som. Ficou visível por 10 minutos e depois desapareceu rapidamente”, relatou Cristiane. “Foi muito estranho e ainda continuamos procurando ele depois que desapareceu, mas não surgiu mais”, disse Sonete. A dona de casa Sílvia Nogueira foi categórica em afirmar que aquilo não era balão e nem avião.

E assim os casos do litoral de São Paulo se acumulam, num rico repertório. Episódios de UFOs em plena luz do dia também são comuns, como o ocorrido em 04 de junho de 2009, em São Vicente, por volta das 07h00. Naquele instante, Pedro Lima viu um objeto em forma de disco no céu. Ele andava de bicicleta a caminho do trabalho quando observou o aparelho parado bem acima de sua cabeça. “Pensei em voltar até minha casa para pegar a câmera fotográfica, mas acabei ficando no mesmo lugar para não perder o objeto de vista — e também para ver o que iria acontecer”. O UFO ficou visível por três minutos até se movimentar rapidamente e desaparecer.

O GEUBS continua em estado de alerta acompanhando de perto, checando, entrevistando as testemunhas e registrando as ocorrências de UFOs em toda a região do vasto litoral paulista, que por algum motivo continua despertando o interesse desses nossos enigmáticos visitantes.

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ÓVNIS VISITAM ÁREAS DE MINERAÇÃO

Intensa atividade ufológica sobre regiões ricas em minérios pode explicar o interesse de nossos visitantes

Foto: Antonio Faleiro
Sonda fotografada sobre área de mineração em 
Minas Gerais
Analisando a casuística ufológica brasileira não é difícil encontrar evidências que expliquem o motivo de tantas aparições de UFOs em certas regiões. O objetivo deste trabalho é chamar a atenção dos estudiosos para a possibilidade de uma relação entre a existência de minérios radioativos e a constante presença extraterrestre em determinadas áreas. Reportamo-nos a princípio aos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Alguns dos principais elementos radioativos encontrados em minérios destes Estados são o urânio e o tório. Em São Paulo, por exemplo, há a ocorrência de autunita, uranofana, torbenita, uranopilita, sílica e também silicatos com urânio nos sedimentos pegmáticos [Rochas]. Em estudos datados de 1936, o Estado chegou a apresentar em alguns de seus minerais 23,7% de óxido de urânio. Ainda em São Paulo têm sido registradas numerosas ocorrências de monazita, principal fonte de óxido de tório, tanto em rochas como em rios e praias. Ela também já foi encontrada na Serra de Quebra-Cangalhas, Itapecerica, Cunha e Santo André. Há ainda referências do minério em Caieiras, Mogi das Cruzes e Sorocaba, o que poderia explicar as constantes aparições de discos voadores em Araçoiaba da Serra, desde 1870. A casuística ufológica desta região continua acentuada nos dias de hoje.

Há também indícios de que existiu no local uma usina para extração de minérios construída por ingleses. Já em aluviões, a monazita foi encontrada em Santo André, São José dos Campos, Serra da Redenção, Taubaté, Rio Bororé, Rio Comprido, Varante, Itaquera e São Paulo – todos pontos de forte incidência de UFOs. As areias analisadas nestes locais contêm óxido de tório na faixa de 2,1 a 4,8%. Houve referências deste minério também em Caraguatatuba, na praia das Cigarras, e análises feitas pelo IGG indicaram 5% de óxido de tório também nas areias de São Sebastião, especialmente nas praias de Armação e Cabaraú. Ambos os locais são, coincidentemente ou não, áreas onde tivemos casos ufológicos marcantes nas últimas décadas. Em Águas da Prata, onde a casuística é igualmente expressiva, pesquisas feitas na Ponte Vilela descobriram minerais radioativos de pechblenda e gumita, ambos contendo urânio.

Zonas Suspeitas — Após a descoberta em Minas Gerais de rochas nefelínicas, que são portadoras de urânio e tório, descobriu-se também elementos radioativos em zonas semelhantes do Estado de São Paulo, como Ipanema, Sorocaba, Ilha de São Sebastião, Morro do Serrote, Juquiá e Jacupiranga. Mas a maior dessas suspeitas encontra-se no Vale do Ribeira, conhecido nacionalmente como um ponto estratégico para pesquisas ufológicas, onde já se fotografou inúmeras sondas. Um levantamento aerocintilométrico já efetuado no Vale do Iguape, nas proximidades, demonstrou a presença de tório. Na divisa com o Rio de Janeiro e no interior deste Estado existem numerosas ocorrências de minerais radioativos, como em Vila Pentagna e Distrito de Marquês de Valença, onde foi encontrada euxenita numa jazida de caulim. A monazita ocorre também em formações rochosas dos municípios Paraíba do Sul, Vassouras e Afonso Arinos. Para se exemplificar a relação proposta neste artigo, basta que se diga que foi em Vassouras que nossa grande pioneira Irene Granchi teve seu primeiro avistamento ufológico, que a levou a pesquisar o assunto por cinco décadas.

No Pico do Itatiaia há pirocloro e na Reserva Biológica do Tinguá há zirquelita com tório. A monazita aparece também em grande quantidade no Rio Paraíba e em Laje, localidades situadas a seis quilômetros de Sapucaia, já na fronteira do Rio com Minas Gerais. E nessa área temos que considerar também a Serra da Beleza, que apresenta diversos tipos de minérios. Pois é lá que tem havido uma das mais elevadas incidências ufológicas do Brasil, que há mais de 20 anos é estudada pelo ufólogo Marco Petit, co-editor de UFO. Em Além Paraíba e novamente no Rio Paraíba há aluviões de monazita. Em Santa Izabel do Rio Preto, especialmente nos rios Pomba e Muria, existem extensas áreas em que se pode encontrar o minério. Coincidentemente, são regiões com inúmeras aparições de UFOs.

Manguinhos é outra área onde existem extensos tabuleiros de monazita, bem como em Macaé, Cabo Frio, Saquarema, Marambaia, Mangaratiba e Angra dos Reis. Na Tijuca e Jacarepaguá, e em algumas praias da Baía de Guanabara, foram encontradas amostras de monazita na proporção de 2%. O minério e outros elementos radioativos têm sido achados também em outros territórios brasileiros, com destaque para o sudoeste de Minas Gerais. Em Araxá e Poços de Caldas, por exemplo, os depósitos de zircônio são os maiores do mundo, assim como em Morro do Ferro há grandes depósitos de tório. Estas cidades são notórias por sua incidência de sondas e, muitas vezes, de naves extraterrestres vistas em plena luz do dia. Não queremos com todas essas informações afirmar que alienígenas estejam retirando minérios de nosso planeta, mas os indícios neste sentido são muito fortes e merecem ser melhor estudados.

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PERUÍBE E IPORANGA, AS CIDADES DOS DISCOS VOADORES

Uma área de muita incidência ufológica é a cidade de Peruíbe, encravada entre montanhas e o mar, distante 152 km da capital paulista. Há varias lendas envolvendo o lugar, entre elas, a da Serpente Negra. Moradores da região chamam de Porta de Pedra ou Portal da Serpente a um paredão de pedra numa encosta não muito distante do centro, localizada na estrada que liga Peruíbe a Guarujá. Este portal localiza-se à margem da estrada, um pouco antes da Prainha. Toda a parede rochosa é sólida, firme, dura, mas se batermos em um determinado local, a porta emite um som que evidencia uma estrutura oca. Sobre a tal pedra, contam-se muitos casos e lendas que os antigos veneram. O portal tem pouco mais de 2 m de altura e cerca de 1,5 m de largura. Relatam os ideogramas e os contos entre os silvícolas que a porta e a serpente têm profundos significados.

A Porta de Pedra é ladeada pelo símbolo do grande chefe Jura-Para, ou seja: a Serpente Negra, que para os indígenas é um símbolo sagrado. Periodicamente são vistas inúmeras bolas de fogo saindo do Portal da Serpente. Alguns atribuem à serpente um poder energético, outros acham que ela é a guardiã da felicidade. Muitas pessoas vinham de longe para abraçar sete vezes a serpente, pois acreditavam que, assim, atrairiam a felicidade. Outra versão interessante sobre o misterioso Portal da Serpente é a que diz que se uma pessoa passar sozinha em frente da porta, à meia-noite, poderá ver um vulto gigante branco atravessando a pedra. Dizem as pessoas que já testemunharam o fenômeno que o vulto é de um homem alto vestido de branco, com feições belas, louro, e suavemente iluminado. Este ser costuma ficar parado no meio da estrada, observando o céu, os arredores e o mar.

Crédito: Ilustração Jamil Vila Nova.
Representação artística da lenda do Portal da Serpente, muito vista e comentada na cidade de Peruíbe (SP), onde UFOs e ETs se associam à figura da cidade.


O estranho e sagrado ser é considerado protetor e guardião de Peruíbe. Outras pessoas contam que já viram vários desses gigantes louros andando pelas matas da montanha, porém a verdadeira intenção desses seres continua uma incógnita. Para aumentar ainda mais o mistério, talvez por uma estranha coincidência ou uma real relação sinistra, o Portal da Serpente situa-se em ponto estratégico, bem defronte a uma sombria ilha denominada de Queimada Grande, que é atualmente o maior serpentário natural do mundo. Seria apenas mero acaso?

Para se ter uma idéia da extensão da ilha, pode-se dizer que caberia no Parque Ibirapuera, em São Paulo (SP) e, nesse pequeno espaço, vivem mais de 5.000 serpentes. O que tanta serpente faz em uma pequena ilha ninguém sabe. Os místicos acreditam que elas guardam algum mistério. Talvez uma passagem subterrânea, ou algo que os humanos não possam conhecer... Vasculhando o passado da Humanidade em busca de vestígios extraterrestres, freqüentemente nos deparamos com a imagem da serpente. Exemplos é que não faltam: o deus asteca Quetzalcoatl era chamado de Pássaro Serpente Resplandecente; os maias, por sua vez, adoravam o deus Kukulcan: Serpente Emplumada. Na Bíblia, o povo hebreu foi atacado por sarafins no Deserto do Sinai (sarafins eram serpentes de fogo voadoras). Estes são apenas alguns entre tantos exemplos da presença de serpentes em algumas passagens sagradas.

LENDAS DA JURÉIA, HISTÓRIAS ENVOLVENDO UFOs E ETs

O senhor Sátiro da Silva Tavares, 71 anos, foi um dos primeiros homens a se instalar na Juréia, em Peruíbe. Profundamente religioso, este senhor, que é conhecido como santo Sátiro, é testemunha do mais famoso fenômeno da localidade: a bola de fogo, que de sete em sete anos cruza o céu ligando os picos Dedo de Deus e Pogoça. Segundo santo Sátiro, a bola de fogo é vermelha e bastante brilhante, voa pelo céu e penetra a montanha do Pogoça. O clarão ilumina a mata e queima as árvores próximas. "Embaixo da terra deve haver muito ouro. Eu já vi este fenômeno por três vezes, entre Pogoça e Dedo de Deus", declarou santo Sátiro.

Para os pesquisadores, Iguape é como um baú cheio de brinquedos: quanto mais se mexe, mais impressiona aos olhos e dá vontade de chegar ao fundo. Suas lendas e seus contos deixam qualquer um impressionado. Uma das lendas mais estranhas dessa região é sobre o caso de um prospectador de metais que se embrenhou pelas matas do Iguape-Una à procura de jazidas minerais. Há muitos anos atrás, este senhor e um ajudante acamparam num lugar estranho, onde acharam diversas plantações de milho, mandioca, batata-doce muito bem cuidadas. O prospectador procurou pelas redondezas vestígios humanos que pudessem explicar a existência daquela lavoura, porém foi tudo em vão: não havia nenhuma pista.

Pernoitando ali, acenderam uma fogueira para fazerem o jantar utilizando legumes daquela mesma plantação. Já bem tarde da noite, perceberam sons vindos da roça. Estranhando o fato, o prospectador e seu ajudante resolveram investigar. O que encontraram não podia ser mais inusitado: vários homens e mulheres capinando alegremente, listes os receberam amigavelmente, explicando-lhes que eram gente da noite que morava dentro das montanhas próximas e que não gostava da luz do Sol. De madrugada, os seres da noite se despediram. embrenhando-se mata adentro em direção a um paredão rochoso, onde sumiram calmamente, como que tragados pela montanha.

Se analisarmos o passado, houve muitos mitos e lendas que até hoje são relacionadas ao Fenômeno UFO. Mãe d'Ouro, assombrações, bolas de fogo, Mbai-tatá, Mulher de Branco são manifestações folclóricas e regionais que, quando devidamente estudadas, comparativa e analiticamente, fazem-nos acreditar que estamos diante de fenômenos ufológicos reais. Porém, temos que considerar ainda que 90% das aparições são confundidas ou mal interpretadas, principalmente pela população rural, que na sua maioria é analfabeta e desinformada.

No Museu Nacional do Rio de Janeiro encontra-se uma carta, datada de 31 de maio de 1560, onde o padre jesuíta José de Anchieta citou pela primeira vez um fato ufológico ocorrido em São Vicente (SP). Nesta carta, o padre descreve o Mbai-tatá ou Boitatá (Mbai: cousa; tatá: fogo, palavra que significa coisa de fogo ou que é todo de fogo): "Há também outros fantasmas máximes nas praias, que vivem a maior parte do tempo junto aos mares e rios e são chamados de 'que é todo de fogo'. Na verdade, não se vê outra coisa senão um facho veloz e cintilante, acometendo os índios e matando-os como curupiras. O que seja isto não se sabe com certeza", redigiu José de Anchieta. Percebe-se que o fato descrito era um fenômeno temido principalmente pelos indígenas e a palavra morte pode ser apenas uma alusão ao rapto ou desaparecimento temporário que caracteriza uma abdução. Parece bastante claro que o Mbai-tatá era um UFO luminoso.

MULHER DE BRANCO: VISITANTE DO ALÉM, DO ESPAÇO OU SOMENTE UMA LENDA?

Alguns milagres religiosos do passado, de acordo com alguns pesquisadores, podem também associar-se aos UFOs. Um exemplo é a obra pertencente à Capela de São Nicolás de Baru, de 1437, produzida por Fran Angélico. Nesta pintura vemos um santo no interior de uma esfera resplandecente aproximar-se de um navio prestes a naufragar. Do ponto de vista religioso e artístico, os raios luminosos que aparecem em torno da imagem tanto podem representar os poderes do santo como também UFOs.

As manifestações da Mulher de Branco de fato existem. Muitas pessoas cm todo o território nacional já observaram este fenômeno. Mas afinal será mero produto da mente inteligente, uma assombração ou imagem de extraterrestre? Através de alguns testemunhos, notamos que essa personagem pode ser associada a fantasmas, efeitos paranormais e até mesmo ETs. Existem muitos casos ufológicos que correspondem exatamente às aparições da Mulher de Branco. Um estudo elaborado pelo pesquisador e ufólogo Antônio Faleiro, de Passa Tempo (MG), mostra-nos que algumas das aparições podem ser focos de luz emitidos por UFOs, ou seres projetados por um cone de luz situado à porta da nave.

O fato é que somente no litoral paulista são muitos os relatos sobre as aparições da Mulher de Branco pesquisados pelo GUG. Guaiuba, Enseada, Perequê, Praia do Gois, Saco do Major, Santa Rosa e Vicente de Carvalho são algumas das regiões já visitadas por esta personagem lendária. Em 1967, a professora Márcia Maria da Silva Ferreira, 34 anos, observou duas mulheres de branco na Praia da Enseada. Naquela época, com mais ou menos seis anos de idade, Márcia estava indo ao banheiro por volta das 05h00, quando deparou-se com duas mulheres de branco muito luminosas flutuando no ar, "Imediatamente gritei por socorro, mas as figuras já haviam desaparecido. Por elas estarem usando uma espécie de balde na cabeça, minha mãe as comparou com espíritos de lavadeiras", relembra a testemunha. Alguns anos depois, em 1971, Márcia teve outra semelhante visão, dessa vez próxima ao Forte da Barra Grande, na Praia do Góes. No entanto, a professora desmaiou assim que avistou a silhueta feminina branca.

Já na década de 80, os senhores Mando e Inoc estavam pescando na Praia de Cortadura, onde repentinamente surgiu um foco vertical de cor branca que iluminou quase toda a praia. Assustados, os dois largaram suas tarrafas e saíram em disparada, pensando que tinham visto uma assombração. Em outra ocasião, Nelson de Castro e Justo estavam pescando à noite num local próximo a Saco do Major. De repente, um flash de luz projetou-se em cima de uma pedra. No interior da luz havia uma criatura luminosa, entretanto a luminosidade desapareceu misteriosamente quando os pescadores se aproximaram. Em janeiro de 1985, à 01h30, mais um episódio repetiu-se, desta vez envolvendo dona Adelaide, residente no Bairro Santa Rosa. Dona Adelaide disse ter visto um vulto todo branco com aproximadamente 1,60 m de altura subindo as escadas de sua casa. "Aquela figura não era deste mundo. Acredito que poderia ser o espírito da minha mãe, que havia falecido há pouco tempo", considerou a testemunha.

Outros dois casos interessantes ocorreram em 1989, na Base Aérea de Santos, atrás do hangar das aeronaves e próximo à torre de controle. O primeiro envolveu um sentinela que prestava serviços ao Corpo de Bombeiros. Era noite e estava tudo calmo, porém um fato inusitado despertou sua atenção: perto da maré havia uma mulher toda iluminada que flutuava acima da água. Temeroso, o sentinela correu para as instalações do Corpo de Bombeiros e chamou três soldados para, juntos, verificarem o local da aparição. Lá chegando, os militares constataram a veracidade do testemunho do sentinela. Um deles, inclusive, tentou se aproximar, mas quando distava mais ou menos três metros da imagem, esta desapareceu no ar.

VULTO LUMINOSO VISTO POR TODO UM PELOTÃO DE CORPO DE BOMBEIROS

Três meses depois aconteceu mais um fenômeno. Dessa vez, o vulto luminoso foi visto por todo o pelotão do Corpo de Bombeiros. Na avenida principal que dá acesso ao Comando da Base Aérea de Santos, o sargento passava a instruções de ordem unida ao pelotão, quando notou um brilho ao longe. A principio, o sargento pensou que devia se tratar de uma insígnia oficial exposta ao Sol e não deu muita atenção ao fato. Todo o pelotão já se encontrava em estado de alerta, quando o sargento ordenou a posição de sentido e, ao invés dos soldados o obedecerem, saíram em disparada. Atônito, o militar virou-se para o lado, ficando chocado ao perceber a presença de um vulto luminoso, pairando a uma pequena distância do chão. Em seguida, o militar, aterrorizado, também correu na mesma direção de seus subalternos. Passado o susto, os soldados receberam instruções para que se mantivessem calados, sem poderem fazer qualquer comentário sobre o ocorrido.

Os pesquisadores do GUG, baseando-se em análises, estão convencidos de que uma parte das histórias pesquisadas podem ser reais manifestações extraterrestres e a outra, entidades espirituais. Acredita-se também que muitas das aparições marianas derivem deste fenômeno. Porém o único agravante para as pesquisas são as próprias testemunhas, pois cada uma delas tende a reproduzir ou associar tais manifestações com o mundo religioso de sua formação. Certamente, um católico vai interpretá-las como sendo Jesus Cristo ou Nossa Senhora; já um árabe acredita ser Maomé; enquanto que um índio achará que é Manitu etc. Pode-se concluir, dessa maneira, que a maioria das aparições são extraterrestres. E a Mulher de Branco não é uma exceção...

Uma pesquisa mais profunda

Através de uma pesquisa mais aprofundada na região de ocorrência dos fenômenos (tais como estradas, cavernas, picadas etc), chegou-se à conclusão de que existem quatro tipos de fenômenos manifestando-se na região. E importante salientar que do lado direito do vale há uma parte da estrada onde os faróis de carros, por vezes, são confundidos com UFOs. As luzes das lanternas dos espeleólogos entrando e saindo das cavernas próximas, ou ainda, andando em caminhos estreitos no mato (picadas), também podem ser mal interpretadas.

Assim como há, sem dúvidas, fenômenos naturais, como a energia telúrica, gases, energia das pontas etc, que muito freqüentemente são consideradas UFOs. Mas, certamente que existe um fenômeno ufológico autêntico ocorrendo na região, tendo em vista as manobras destes engenhos e as características incomuns destes fenômenos. Segundo o pesquisador Claudeir Covo, o material analisado não é uma fraude, nem tampouco um tipo de fotomontagem, riscos no negativo, manchas químicas ou coisas desta natureza. Todas as hipóteses possíveis para explicar o fenômeno foram descartadas e a conclusão final é que, de fato, há um caso ufológico real na região, comprovado através das análises de filmes e fotos. Esse caso chamou tanto a atenção de Claudeir, que o ufólogo foi até a cidade de Iporanga, em julho de 1991, onde tirou algumas fotografias do fenômeno e presenciou pessoalmente as evoluções dos UFOs na região.

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Autor: Grupo Ufológico do Guarujá