AS IGREJAS EM APIAÍ

 A IGREJA CATÓLICA

A "igreja velha" de Santo Antonio de Apiaí 1954

Quando os primeiros garimpeiros chegaram no lugar que denominaram de “Pião”, não tinham a intenção de ali se fixar, pois eram meros aventureiros andejos em busca de ouro aqui, ali e acolá. Quando o precioso metal passou a ser colhido numa proporção surpreendentemente compensadora, então os faiscadores se assentaram, e como a notícia correu mundo, muitos outros vieram chegando, inclusive o legendário Francisco Xavier da Rocha com seus escravos. Formou-se, então, um pequeno povoado que se desenvolveu de tal modo que, conforme relatamos na primeira parte deste trabalho, chegou a justificar a vinda até o local do Governador da Província para pessoalmente cobrar dos mineradores o tributo devido por eles à Coroa, que correspondia ao quinto do total do ouro recolhido, isto por volta de 1722.

Na trilha do costume dos primeiros colonizadores, de reconhecida formação cristã, os moradores do “Pião”, primeiro lugar em que esteve Apiahy, que hoje nominamos Vila Velha do Pião, sob o comando de Francisco Xavier da Rocha, erigiram no povoado o edifício destinado a abrigar a Igreja que teve como orago Santo Antonio de Lisboa, que é o mesmo Santo Antonio de Pádua, passando o povoado a ser conhecido como Santo Antonio de Apiahy, freguesia ou paróquia da Diocese de São Paulo. Aquele tempo, deviam obediência à novél paróquia, o distrito de Itapeva da Faxina, o Arraial de Yporanga e a Capela da Ribeira.

A Igreja Matriz de Santo Antonio de Apiahy foi concluída no ano de 1.736 e foi seu primeiro vigário o Padre João Monteiro, que nela oficiou a primeira missa no dia 6 de julho de 1.736, oportunidade em que também batizou com os santos óleos a Antonia, filha legítima de um casal de escravos do Capitão Mayor Francisco Xavier da Rocha, servindo como padrinhos, Crispim, escravo do mesmo Capitão e Rosa, escrava de Francisco Pedroso, todos residentes na freguesia. Em 1.747 a paróquia já contava com seu segundo vigário o Padre José Pinto de Paiva que prosseguiu como vigário até 1.752. Em seguida assumiu a paróquia o Padre Bento de Andrade Vieira, que permaneceu à sua testa até 11 de fevereiro de 1.754. Foi ao seu tempo que a paróquia passou a chamar-se Santo Antonio das Minas de Apiaí. Sucedeu-o o Padre Claudio Furquim Pedroso de Alvarenga, pároco até 1.779, e que tinha como tesoureiro comissário de ausentes Custódio Francisco Pereira, o Tenente Coronel que apontamos na primeira parte como fundador de Santo Antonio das Minas de Apiahy. E foi justamente na gestão do Padre Claudio que foi fundada a cidade de Apiahy, no local onde hoje ela está, como se constata, também, do livro de batismos da paróquia. Com efeito, o Padre Claudio, no dia 12 de novembro de 1.771, “nesta Villa Nova de Santo Antonio das Minas de Apiahy” batizou com os santos óleos a Domingos, filho de Matheus Rodrigues Ribeiro e sua mulher Maria Rosa Pontes. Evidente que o “Pião, a “Vila Velha do Pião”, já ficara para trás na cronologia histórica de Apiaí, e que na Villa Nova já existia o prédio da Igreja Matriz de Santo Antonio, construído de taipa,conservado através dos tempos, tendo sido demolido na década de sessenta deste século para dar lugar à Casa Paroquial e à mais nova e imponente Matriz. O vigário Claudio Furquim Pedroso de Alvarenga foi sucedido pelo Padre Tomé Alves de Castro, de 1790 até 1798. Este sacerdote viveu em Apiaí na companhia de um irmão de nome Antonio e cinco escravos, que ao depois reduziu para dois. De 1799 a 1801 foi vigário da Vara o Padre José Manoel da Silva Pereira, que no censo de 1799 declarou que vivia da côngrua que lhe dava a Câmara, correspondente a 200 patacas por ano. No ano de 1801 assumiu o cargo de Vigário da Vara e da Igreja o Padre Frutuoso Ricardo Ferreira Ferraz, de 30 anos, natural de Bastos, província de Guimarães, Portugal, que vivia da côngrua originária do povo, no importe de 150 oitavas de ouro anuais, das crismas e casamentos que realizava, o que lhe rendia 250 oitavas por ano. O Padre Frutuoso tinha como auxiliar o Frei José Manoel de Santa Tereza de Jesus, de 74 anos, natural do Rio de Janeiro. Em 1805 era Vigário Geral da Villa o Padre Bento Dias Baptista, de 26 anos, filho do Capitão Thomaz Dias Baptista e Rita Oliveira Rosa. Bento Dias Baptista, nascido em 1779, foi o primeiro apiaiense a sagrar-se sacerdote católico, e tinha outro irmão, também sacerdote, que se chamava Anacleto Dias Baptista. Bento faleceu bem moço, no ano de 1806 aqui em Apiaí.

Com o falecimento do Padre Bento, passou a ser pároco de Apiahy, o Padre Antonio José Penteado de Carvalho auxiliado pelo sacerdote Bernardo de Moura Prado, até 1.910. Sucedeu a ambos o Vigário Colado Generoso Alexandre Vieira, que permaneceu em suas funções até 1.834, tendo sido substituído pelo Padre José de Pina Vasconcelos, em cuja gestão, no ano de 1.856, foi instituído pelo governo imperial o chamado “registro paroquial”, segundo o qual, todos os possuidores de terras deveriam declará-las ao vigário da paróquia, que as registrava num livro próprio. A titulação das terras de Apiaí, Iporanga e Ribeira têm origem nesse registro, cujos livros estão conservados no Departamento do Arquivo do Estado, em São Paulo. No ano de 1.873 respondia pela paróquia de Apiaí o Padre Joaquim Gabriel da Silva Cardoso, assim permanecendo até 1.876.

De 1.876 até 1.889 foi Vigário de Apiaí o Padre Domingos José Dias, substituído em 1.890 pelo Padre João Alberto Stupenengo que dirigiu a paróquia até 1.893. O Padre Stupenengo morava numa chácara que se localizava à frente da antiga Matriz, num casarão que ao deixar Apiaí vendeu para José Thomaz de Lima (Nhô Jé Sabino). Esse vetusto casarão, com o falecimento de Nhô Jé foi vendido pelos seus descendentes a terceiros que o demoliram. Depois, até 1º de Novembro de 1.901, aqui permaneceu o Padre Celso, ou mais precisamente Padre Celso Cezar Itiberê da Cunha (ao depois Cônego), muito prestigiado e estimado pela população, tanto que seu nome ficou perpetuado numa importante rua da cidade. Foi o Padre Celso quem movimentou a população para construir a torre da antiga Igreja Matriz de Santo Antonio, inaugurada no apagar das luzes do século XIX, marcando por essa forma a passagem do século em Apiaí, conforme ata escrita no livro “tombo” da paróquia, evento que também era lembrado em placa aposta no adro da antiga Igreja. Com a pedra fundamental da construção da torre foi colocada “em um vidro de cristal, moedas, jornais, objetos de prata e ouro, juntamente com uma cópia da ata respectiva”. Desse mesmo livro, consta um escrito pungente de autoria do Padre Celso, lavrado pelas 3 horas da madrugada do dia em que deixou Apiaí, quando declara preferir deixar a paróquia naquela madrugada, sem contactar-se com o povo, para evitar a enxurrada de lágrimas que certamente verteriam de seus olhos se porventura agisse de modo contrário, pois a grande estima que ele dedicava a seus paroquianos era recíproca. Comentase que o Padre Celso deliberou sair de Apiaí, com autorização superior, para não pactuar com o casamento que seria bígamo, da filha ou filho de um poderoso prócer político de sua paróquia, deixando Apiaí naquela mesma madrugada, sozinho e a pé, rumando para Cerro Azul, Paraná, que seria sua próxima paróquia, percorrendo trilhas inóspitas. 

Depois do Padre Celso, muitos outros vigários passaram por Apiaí, como o Padre João Belchior, que guardou fama por seu comportamento filantrópico, considerado como fundador da Irmandade de São Vicente de Paulo, tendo sido prefeito de Apiaí no ano de 1914, o Padre Primo, o Padre David, o Monsenhor Paschoal Cassese e o Padre Agenor que mais tarde retirou-se num convento dos irmãos trapistas em Itaporanga, onde faleceu. Natural de Palma Campania, Itália, Monsenhor Cassese também tem seu nome gravado numa rua da cidade em que oficiou de 1.939 a 1.949; em nome da Cúria Diocesana de Santos foi medianeiro na solução dum antigo litígio que havia entre a paróquia e a municipalidade de Apiaí, envolvendo as terras do perímetro urbano da cidade. Finalmente chegou o Padre Oscar Santos Júnior, (hoje Monsenhor), natural de Iporanga, em abril de 1.952, com sua extrema dedicação à causa do Senhor, sacerdote respeitado e venerado por seus paroquianos, em razão de seus reconhecidos atributos espirituais, morais e intelectuais, fino literato e poeta. Na história da Igreja Católica em Apiaí, Monsenhor Oscar é o sacerdote que aqui permanece por mais longo tempo, e esse tempo, praza Deus, haverá de se prorrogar por muitos e muitos anos para o bem de todos. A construção da nova Matriz, por si só, já marcou sua presença em Apiaí sob o prisma temporal, mesmo que não se leve em conta a vasta obra espiritual e material que aqui vem desenvolvendo com tamanha devoção.

A paróquia de Santo Antonio de Apiahy, desmembrada da Diocese de São Paulo, foi anexada à de Botucatu; depois à Diocese de Santos e finalmente, com a criação da Diocese de Itapeva, passou a integrá-la. A referida torre da velha Matriz foi reformada no ano de 1.914, por isso que essa data existia inscrita no alto de seu campanário.

Aí está um rascunho da longa história da Igreja Católica em Apiaí. Ponderemos que, embora haja comentários sobre a presença de jesuítas nesta região ao tempo da mineração aurífera, não conseguimos elementos escritos para sustentá-los.

A IGREJA PRESBITERIANA

No dia 05 de março de 1.916, o missionário evangelista, Rev. Roberto Dale Daffim, organizou em Apiaí a Congregação Presbiteriana autônoma, arrolando dez membros já professos, cinco provindos da Igreja de Faxina (hoje Itapeva) e os demais aqui residentes. Com o trabalho organizado, a Missão West Brazil aqui fixou o evangelista sr. Bento Domingues de Salles, como coordenador dos trabalhos.

A 29 de julho de 1.934, a então Congregação foi organizada em Igreja, agora regida por um Conselho eleito (presbíteros e diáconos) ocasião em que contava com quarenta membros arrolados. Presidiu a assembléia da organização o Rev. Uriel Antunes de Moura. O primeiro Conselho eleito foi: Presbíteros: Joaquim Eliziário de Campos, Benedito Cesário Prestes, e Gastão dos Santos Lisboa; diáconos: João Pedro de Almeida e Jonas Teixeira, e foi seu primeiro Pastor o Rev.Pedro Albero Rodrigues. Todos esses Presbíteros têm seus nomes ilustrando ruas da cidade.

Sua 1ª sede foi um casarão no antigo Largo do Triângulo, hoje sede do Apiaí Esporte Clube; esse prédio foi reformado e inaugurado pela Congregação em 24 de dezembro de 1.933; em 1.949 foi construído o prédio da Rua 19 de Novembro nº 52, inaugurado a 19 de março de 1.950, que depois foi melhorado e ampliado em 1.978 e 1.982. Conta hoje com Casa Pastoral e Pavilhão de Educação Religiosa todos na mesma rua 19 de Novembro, anexos ao templo sede.


Estão ligados ao trabalho da Igreja as Congregações de Ribeira, Pinheiros e Tombo Feio, e ainda as Congregações Presbiteriais de Caracinha e Laranjal, ambas no Estado do Paraná.

O atual Pastor é o Rev. Wandell Ribeiro, e a Igreja tem seus Estatutos registrados no Cartório do Registro de Títulos e Documentos de Apiaí, e seu patrimônio no Registro Imobiliário local. Conta hoje com 470 membros arrolados. Em agosto de 1940, ocorreu uma cisão no seio da Igreja, e uma grande parte de seus crentes passaram a pertencer à Congregação Cristã no Brasil, cujo trabalho aqui fôra iniciado naquele ano.

Observação : esse resumo histórico da Igreja Presbiteriana de Apiaí, nos foi passado pelo seu digno e ilustre Presbítero, Prof. João Cristino dos Santos, atual Vice-Prefeito de Apiaí, de cujo Município já foi Prefeito.



A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

A Congregação Cristã no Brasil, foi definitivamente fundada em Apiaí, em novembro de 1.940, por Pedro Antonio de Oliveira, que recebeu o testemunho dos Evangelhos e trabalhou com ânimo cristão. Pedro Antonio de Oliveira nasceu em Faxina (atual Itapeva) e faleceu em Apiaí no dia 05 de novembro de 1.978. Na cidade existe uma rua que guarda o seu respeitável nome.

As primeiras reuniões da Congregação foram realizadas em casa de pessoas da mesma fé, no bairro Alto da Tenda, com atendimento daquele fundador. Depois mais, foi construído um pequeno Templo na rua Doutor Gabriel Ribeiro dos Santos, que tinha nos fundos de seu terreno um límpido regato denominado “Água Quente”, onde se realizavam os batismos. Como o número de crentes viesse aumentando, construiu-se outro Templo, mais amplo, no bairro Fundão, em terras que hoje pertencem à firma Camargo Corrêa Industrial S\A. Finalmente, pelas mesmas razões apontadas, a Congregação edificou o Templo da rua Izaias Teixeira da Silva nº 160, no populoso e central bairro Santa Bárbara, onde são ministrados os cultos assistidos pelo seu grande número de professos, prestando, ainda, assistência espiritual a tantos outros que existem por todo o município e pelos municípios vizinhos. Na sede da entidade, que é Apiaí, respondem espiritualmente por ela os anciãos, hierarquicamente ligados ao ancião regional; na ausência deles, a representabilidade recai sobre os cooperadores. Integra a Congregação em Apiaí, como em todos os locais onde ela se instalou, uma administração composta de membros eleitos que cuidam de seus interesses materiais.

Observação: Os dados acima transcritos foram passados por um digno ancião de Apiaí, cujo nome, conforme princípios seguidos e adotados pela Congregação não deve aparecer ostensivamente.

A IGREJA BATISTA

A Igreja Batista, cujas origens remontam às fases bíblicas do Rio Jordão com o profeta João Batista, e da qual os primeiros professos - três pessoas de uma família de norte americanos -, chegaram ao Brasil em 1.822, instalou-se em Apiaí por volta de 1.930, com o Pastor Ernesto. Naquele tempo era transmitido um programa pela rádio Guaíra de Curitiba patrocinado pela 1ª Igreja Batista, e que tinha grande audiência aqui em Apiaí. O Pastor que dirigia o programa era ucraniano, conseguindo, assim, a simpatia das famílias européias que aqui residiam. Assim principiou o trabalho Batista em Apiaí, principalmente por intermédio das famílias Boguchesk e Welles, que recebiam assistência dos pastores e missionários Batistas vindos de fora. Destaque-se a atuação do Pastor Gregório que ao passar por estas bandas trazia consigo outro Pastor que fazia suas pregações no idioma ucraniano. Foi assim que o trabalho prosperou e construiu-se um Templo ao lado da casa de João Welles, no local onde hoje existe uma oficina de motocicletas, em frente à entrada do cemitério. Ali funcionou a Igreja Batista por vários anos, onde fizeram suas pregações vários missionários americanos e tantos pastores de outras cidades brasileiras. Naquela época o Pastor que prestava assistência à Igreja era o Rev. Erodices Fontes de Queiroz da Igreja Batista da Liberdade de São Paulo. Foi quando veio para Apiaí o Pastor Onofre Cisterna, que, segundo consta teve um desentendimento com alguns membros da Igreja, e então foi construído outro Templo, mais amplo, precisamente aquele que está situado na Praça Castro Alves, nº 10, em terreno doado por um militar aposentado do Exército, que também colaborou com a construção.

No dia 07 de julho de 1.963, finalmente, foi organizada, em caráter definitivo, a Igreja Batista de Apiaí, com 122 membros, sob responsabilidade do Pastor Erodice, com a devida autorização superior, tendo este, logo em seguida e com a mesma aquiescência, feito retornar ao Pastor Onofre Cisterna todos os trabalhos locais. Até aquele evento o culto Batista em Apiaí era simplesmente Congregação Batista da Igreja Batista da Liberdade em São Paulo e já existiam as Congregações de Araçaiba, Iporanga, Barra do Turvo, Barra do Chapéu e Serra de Iporanga, todas vinculadas hierarquicamente à Igreja Batista da Liberdade. Alguns anos depois o Pastor Onofre Cisterna elevou estas Congregações à condição de Igrejas. Este Pastor, bastante vinculado a Apiaí, também fundou e fez funcionar o conhecido Orfanato de Apiaí, conhecido como “Lar Batista de Crianças”, em plena atividade até os dias de hoje.

No dia 31 de outubro de 1.981 o Pastor Onofre Cisterna transfere o seu pastorado ao Pastor João Batista Lourenço, que prosseguiu em todas as suas obras, dando continuidade ao trabalho Batista não só na região de Apiaí mas também desenvolvendo-o na Associação Sudoeste do Estado de São Paulo, da qual é presidente pelo sétimo ano, e nessa condição, com ajuda dos missionários americanos, fundou o trabalho Batista em Itaporanga onde se edificou um Templo, e fez construir outros no bairro Pinheiros, rua Santa Catarina nº 170, Apiaí, e no bairro Catas Altas, Ribeira. Foi ele, ainda, com aquela mesma ajuda, que introduziu amplas reformas nas instalações do Orfanato, colaborando na agilização dos departamentos de educação religiosa da Igreja Batista de Capão Bonito, na organização da Igreja em Paranapanema, expandindo os seus trabalhos até Coronel Macedo, exercendo, por fim o seu ministério junto às Igrejas sem Pastor da Associação, e dando assistência também às Igrejas de Itapeva, Ribeira e Catas Altas.

Observação: As informações transcritas acima, foram passadas ao Autor

pelo Pastor João Batista Lourenço, domiciliado em Apiaí.


FONTE TEXTO: 

LIVRO SANTO ANTONIO DAS MINAS DE APIAHY, RUBENS CALAZANS LUZ 

OBSERVAÇÃO:

A maioria dessas fotos antigas de Apiaí eu encontrei na internet. Nenhuma dessas fotos pertencem a mim!!! É algo que pertence a todos nós Apiaienses que amam essa terra. Muitas fotos também são do Livro Santo Antônio das Minas de Apiahy, do Sr. Rubens Calazans Luz, devidamente serão postadas com os créditos. Muitas destas fotos antigas também são das pessoas que aqui já viveram, caso algum familiar se sinta ofendido, por favor entre em contato comigo que eu deleto a foto. Desde já agradeço!!!

 

"Um povo que despreza suas origens, sua história, é um povo que se perde a cada geração que passa". Frase do livro: APIAÍ, DO SERTÃO Á CIVILIZAÇÃO, OSWALDO MANCEBO.

 

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 Palavras chave: 

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